4 de jan. de 2022

Parceria entre Camaquã e plataforma disponibiliza bolsa de estudos na área de tecnologia
Não existe nenhum pré-requisito para as bolsas e qualquer pessoa interessada em tecnologia e empreendedorismo pode se inscrever; saiba mais


A Secretaria do Desenvolvimento, Inovação, Cultura e Turismo e a Digital Innovation One (DIO), em uma ação durante a 1ªSemana Global do Empreendedorismo de Camaquã, fechou um convênio para oferecer bolsas de estudos integrais na área de tecnologia e empreendedorismo. A proposta dessa iniciativa é gerar oportunidade de estudo na área de tecnologia, democratizando o ensino gratuito de qualidade, para potencializar a formação de talentos e gerar oportunidades no mercado


Não existe nenhum pré-requisito para as bolsas e qualquer pessoa interessada em tecnologia e empreendedorismo, pode se inscrever, independente de experiência ou conhecimento prévio na área. A parceria vai permitir que os inscritos tenham acesso a diversos cursos, bootcamps, (trilhas do conhecimento) desafios de código, projetos práticos, cursos na área do empreendedorismo, contando com mentorias de especialistas renomados do mercado.

"Esta parceria reforça nosso entendimento e aproximação junto às comunidades, estudantes e empreendedores do nosso município, faz parte da nossa natureza colaborar com a propagação de projetos que promovam o conhecimento por meio da educação e inovação. E essa parceria é uma grande oportunidade das pessoas se especializarem em uma das áreas que mais cresce no mundo" destacou o Secretário do Desenvolvimento, Inovação , Cultura e Turismo Clayton Dworzecki

Com acesso ilimitado, os inscritos podem realizar todos os 18 bootcamps (no momento) de formação intensiva, que contam com mais de 1.563 horas de formação. A cada programa de formação concluído pelo aluno na DIO, um certificado é gerado e seu perfil estará disponível na plataforma de contratação dos parceiros da startup, entre eles, Santander, Banco Inter, Localiza, Avanede, Carrefour, Capgemini, MRV, entre outros.

Neste primeiro momento serão ofertados 2 cursos


Mentalidade empreendedora, com 3h de carga horária
Primeiros passos para desenvolvimento web, com 6h de carga horária

Incentivo ao aprimoramento profissional

Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, seriam necessários 70 mil formandos por ano para suprir a demanda de profissionais de tecnologia no país, porém apenas 46 mil pessoas com esse perfil se formam anualmente, gerando uma escassez de talentos.

Dessa forma, ambas as instituições unem esforços para conectar os alunos da rede pública e privada do município, com oportunidades de carreira em empresas de tecnologia. Para Victor Haruo, Head de Parcerias da Digital Innovation One, a parceria com a Prefeitura e a SMDICT para conectar seus alunos com o mercado faz parte do DNA da startup. "Queremos ser um aliado de Camaquã na ponte entre a sala de aula e o mercado de trabalho de tecnologia, oferecendo grandes oportunidades para os interessados em ingressar em um dos mercados mais promissores do país".

"Dentre as ferramentas que serão disponibilizadas aos interessados do município estão os bootcamps gratuitos, que servem para preparar os estudantes, desenvolvendo as habilidades mais requisitadas pelo mercado. Além disso, cada participante passará a fazer parte de um cadastro de talentos utilizado pelas empresas parceiras da DIO para processos seletivos, e de uma comunidade de desenvolvedores e mentores para troca de ideias e informações", detalha Haruo. "Outra ferramenta poderosa nesta aproximação dos estudantes com o mercado de trabalho global é o DIO for education, programa de aceleração para instituições de ensino potencializarem seus estudantes a conquistar grandes oportunidades no mercado de trabalho e professores a se manter na mesma velocidade global dos negócios de tecnologia. Várias instituições já são parceiras da DIO, e este será um segundo passo que esta no planejamento do programa, que visa aproximar as instituições acadêmicas do município à DIO e assim fortalecendo o ecossistema de tecnologia e empreendedorismo de Camaquã.

Sobre a Digital Innovation One

A startup é um ecossistema educacional completo e gratuito na internet para aprendizagem contínua em desenvolvimento de software, contando com mais de 500.000 desenvolvedores em formação nas principais linguagens de programação, conectando-os com grandes oportunidades no mercado de trabalho e potencializando o desenvolvimento socioeconômico regional. Todos os meses, centenas de talentos são entrevistados e contratados na plataforma DIO por grandes empresas de diversos setores.

"Primeiros passos para desenvolvimento web"

Uma introdução do que é a internet, o que significa e como funcionam os seus principais termos.

Este curso foi desenvolvido para os iniciantes em programação que querem aprender sobre a internet e as linguagens usadas para o desenvolvimento de sites, e-commerces e plataformas web. O especialista vai introduzir o que é a internet, seus termos mais conhecidos e como ela está presente na vida de milhões de brasileiros.

O curso é gratuito, possui 8 aulas totalizando 6 horas de duração, além de certificação após sua conclusão!

Para participar, basta se inscrever no link a partir de 01/01/2022

Link para inscrição: https://edu.digitalinnovation.one/camaqua_primeiros_passos

- Mentalidade empreendedora, com 3h de carga horária

No curso de Mentalidade Empreendedora será possível aprender práticas e condutas para serem seguidas por quem deseja ser um profissional de alto nível, sendo empreendedor ou intraempreendedor.

O aluno vai aprender sobre mindset de crescimento e mindset fixo, como cada um impacta no crescimento profissional e pessoal, e as formas de se trabalhar com eles. As aulas também vão mostrar quais são as habilidades mais comuns entre os empreendedores de sucesso. Ao término do curso, o aluno vai entender a importância da resiliência e alta capacidade de execução para ser um profissional de alto nível.

Para participar, basta se inscrever no link a partir do dia 01/01/2022

Link: https://edu.digitalinnovation.one/mentalidade_empreendedora_camaqua

17 de nov. de 2020

MEC lança painel de orientação para qualificação profissional


O Ministério da Educação (MEC) lançou um painel que reúne diversos dados e indicadores para orientar as instituições e redes de ensino sobre a oferta de cursos de formação e qualificação profissional. As informações são de acordo com a realidade econômica de cada região País, com relação a demandas do setor produtivo.

A plataforma oferece um panorama das vocações econômicas em cada estado, segundo indicadores de trabalho e renda, e os setores e postos mais relevantes com sua correspondência nos cursos apresentados. 

Redes de Ensino precisam de ajuda para funcionar em 2021

Mercado de trabalho começa a recuperar parte das vagas perdidas na pandemia 

O quadro é acompanhado por indicadores socioeconômicos, como Produto Interno Bruto (PIB), taxas de desemprego, escolaridade, rendimento médio mensal, distribuição da população por idade, sexo, raça e cor, entre outros.

Os dados são disponibilizados no portal do programa Novos Caminhos, o painel de demanda por educação profissional e tecnológica foi elaborado a partir de uma parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de Minas Gerais. 

Fonte: Brasil 61

9 de abr. de 2017

Como aprender japonês comendo sushi
GUIA DO SUSHI PARA INICIANTES


Que o sushi, uma das maiores contribuições culinárias do Japão, é feito basicamente de arroz, todo mundo já sabe, certo? O que nem todo mundo sabe, na verdade, é que é possível unir duas coisas divertidas: comer sushi e aprender japonês. A EF Education First, líder mundial em intercâmbio e cursos no exterior, listou algumas dicas e curiosidades que podem te ajudar nessa dupla - e deliciosa - tarefa.

Peixe ou arroz? Os dois!

Sushi não significa “peixe cru enrolado com arroz”, mas “arroz avinagrado”. No entanto, o prato japonês é feito com base em uma antiga técnica de conservação de peixe.

Aprenda a língua do sushi

Algumas palavras em japonês: nori, é um tipo de folha feita de algas marinhas que enrola os sushis. Uramaki, é o sushi feito sem a folha de algas em volta. Temaki, é um enrolado bem parecido com um cone de sorvete. O nigiri é o sushi feito com fatias de peixe cru em cima. Por fim, o sashimi é outro prato, servido com fatias de peixe cru com arroz nas laterais e embaixo.

Fique tranquilo. Pode comer com as mãos!

O sushi deve ser comido com as mãos. No Brasil, no entanto, é mais comum comer com hashi (os pauzinhos). Mas se você estiver em um restaurante que sirva paninhos quentes na mesa, siga a tradição e coma com as mãos.

Mordida gigante

Na hora de comer o sushi, nada de cortá-lo em pedaços ou comer de pouco em pouco. Dê uma mordida gigante, e coma cada sushi de uma vez só - o sabor fica até melhor!

O wasabi

O wasabi de verdade é uma planta muito difícil de cultivar e, por isso mesmo, bastante cara. O que geralmente encontramos nos restaurantes é uma adaptação feita de raiz-forte, mostarda e corante verde.

Shoyu demais não vale

Evite excessos na hora de usar o shoyu. Use o tempero na quantidade suficiente para molhar de leve o seu sushi. Se estiver comendo nigiri, molhe somente o arroz e coma o peixe antes.

A ordem altera o sabor

Caso esteja em um rodízio, com vários tipos de peixes sendo servidos, comece pelos peixes brancos e depois pule para os vermelhos. Isso vai te proporcionar uma experiência maior de paladar.

Recorra ao gengibre

Aquele pedaço de gengibre que normalmente é servido no prato não está lá à toa. Ele serve para limpar e renovar seu paladar. O gengibre também ajuda na digestão. Assim, você estará pronto para degustar um próximo tipo de peixe.

Falando em digestão

Além do gengibre, a sopa de missô é outro prato que ajuda na digestão. Apesar de ser servida geralmente como aperitivo, vale a pena tomar ao fim da refeição.

Viva uma experiência transformadora em outro país! Com mais de 46 escolas próprias em 16 países, a EF Education First oferece diversos programas de intercâmbio para jovens e adultos, onde eles podem aprender até 7 idiomas diferentes no exterior, incluindo japonês. Para encontrar o programa certo para você, acesse o site www.ef.com.br.

6 de abr. de 2017

Quanto custa uma faculdade de Direito no Brasil?
Levantamento do Quero Bolsa analisa por região os custos do curso mais buscado na plataforma


O Brasil é um país grande, e isso leva à existência de muitas diferenças entre as regiões, e uma dessas diferenças é o custo de vida. Do preço do quilo do arroz até as mensalidades das faculdades, tudo é afetado. Para analisar as diferenças no ensino superior privado, o Quero Bolsa, site de comparação de faculdades, mapeou o valor das mensalidades do curso de Direito em todo o País.

De acordo com o Panorama do Ensino Superior Privado no Brasil, realizado semestralmente pelo site, Direito é disparado o curso mais buscado pelos alunos que querem estudar com desconto. Sendo assim, o levantamento realizado conta com cursos presenciais de graduação em Direito nos turnos matutino e noturno, o que permitiu analisar diversos pontos sobre as diferenças.

Goiânia é a capital em que se pode estudar Direito pagando mais barato. Em média, o curso na capital de Goiás custa R$ 888. O valor é 38% menor do que na capital mais cara, que fica bem ao lado: em Brasília, capital do Distrito Federal, estudar Direito custa, em média, R$ 1.432.



Figura 1: preço do curso de direito no Brasil 

Quanto custa estudar Direito no Brasil com bolsas de estudo?

Desde 2012, o Quero Bolsa oferece descontos de até 70% e já ajudou mais de 100 mil alunos a entrarem no ensino superior. Considerando as mensalidades do curso de Direito em São Paulo, o valor médio cai para R$ 620 com uma bolsa oferecida pelo site, enquanto o investimento médio da mensalidade sem desconto gira em torno de R$ 1029. Ou seja, a média na capital paulista cai 40% quando consideramos os valores com bolsa. Isso mostra que, apesar de São Paulo não ter as mensalidades mais baratas do País, a cidade tem abertura para oferecer bolsas de estudos para universitários.

Segundo Pedro Balerine, Diretor de Inteligência de Mercado do Quero Bolsa, os descontos são importantes para ampliar o acesso dos alunos a cursos com custos mais altos e democratizar a educação. "Os cursos de Direito estão entre os mais caros em qualquer lugar do Brasil, raramente abaixo de mil reais por mês, assim como medicina, odontologia, arquitetura e engenharia. Com as bolsas disponibilizadas pelo portal Quero Bolsa, esse nobre curso torna-se uma opção viável para muitos estudantes, principalmente os mais sensíveis a preço", explica.

Mesmo com bolsas, Brasília continua mantendo o posto de capital mais cara para estudar Direito. Com bolsas, a média das mensalidades cai de R$ 1.432 para R$ 999 no site.


Figura 2: preço do curso de direito no Brasil com desconto

Sobre o Quero Bolsa

O Quero Bolsa é um site de comparação de faculdades onde é possível encontrar informações sobre cursos, instituições de ensino, comparar preços e ainda conseguir bolsas de estudo para mais de 1.000 faculdades parceiras. Desde sua fundação, em 2012, o site já beneficiou mais de 100 mil alunos. O site é administrado pela Quero Educação, empresa especializada em marketing educacional, que oferece ao mercado soluções para que universidades maximizem seus resultados e estudantes encontrem as melhores opções de estudos.

4 de abr. de 2017

Os 10 piores erros cometidos pelos vestibulandos

Estudar de forma eficiente não é tão simples - envolve muita organização, comprometimento e foco. Na “Era da Informação”, como alguns teóricos gostam de chamar, o aluno não sofre com a falta de material - já que ele pode recorrer ao Google, YouTube e outros sites. Na verdade, uma das maiores dificuldades é saber armazenar o conteúdo e descobrir como usá-lo.

Pensando em ajudar os estudantes que estão cometendo erros básicos de estudos (mesmo sem saber), o Stoodi - startup de educação à distância que oferece videoaulas, plano de estudos e monitorias transmitidas ao vivo -preparou uma lista com 10 atitudes para se evitar na hora dos estudos.

1. Estudar sem uma estratégia

Estudar sem rumo não é uma das melhores decisões a se tomar. Antes de colocar a mão na massa, você precisa parar por alguns minutos e pensar: Qual meu objetivo? Como farei para alcançá-lo? A nossa sugestão é que você pesquise como funciona o processo seletivo que você prestará e descubra quais são os conteúdos de mais peso para a sua carreira específica.

Se você já fez isso, agora é a hora de montar um plano de estudos. É muito importante que esse cronograma atenda às suas necessidades. Se você decidir montar por conta própria, separe pelo menos três matérias por dia e priorize as suas atividades. Se você for assinar um cursinho à distância, certifique-se que esse plano será organizado com os tópicos mais estratégicos para a sua prova.

2. Ter um plano de estudos que não bata com a sua rotina

Vamos supor que você encontrou um plano de estudos maravilhoso - ele possui todos os conteúdos que costumam cair na sua prova. Porém, você não consegue seguir esse plano, porque ele não bate com a sua rotina. Sabe como resolver esse problema? Repensando a dinâmica do seu dia a dia.

Pegue um papel e faça uma tabela. Faça uma coluna para cada dia da semana. Depois disso, comece a pensar quais são as suas atividades - dessa forma vai ser mais fácil visualizar o que você precisa fazer. Veja qual é a melhor forma de esquematizar seu plano de estudos e repense se todas as atividades descritas são realmente necessárias. Se for preciso diminuir um pouco a carga horária, faça isso. Só pense muito bem em todas as consequências da sua estratégia.

3. Colocar metas sem prazos ou impor tarefas impossíveis

Uma coisa que ajuda muito os estudantes é colocar metas. Porém, um dos maiores erros de estudo é justamente esquecer de especificar esses prazos. Deixe sempre bem claro se aquela é uma meta diária, semanal ou mensal. Isso faz toda a diferença. Além de te ajudar a ser mais produtivo, o fato de colocar um check em cada tarefa finalizada pode te deixar ainda mais confiante.

E se colocar metas é bom, colocar metas demais pode ser um problema. Você, melhor do que ninguém, sabe o que é possível ser feito. Então, não seja injusto com você e nem se coloque metas irreais - elas vão prejudicar muito os seus estudos.

4. Deixar o conteúdo acumular

Existe uma série de fatores que pode contribuir para que o seu conteúdo fique acumulado, como impor uma carga horária maior do que se pode estudar, alguns imprevistos, problemas de saúde, entre outros. A melhor forma para evitar que isso aconteça é reservar um dia da semana para colocar a matéria em dia. Se sobrar tempo você pode aproveitar e revisar os estudos.

5. Sobrecarregar a sua rotina de estudos

Tudo em excesso faz mal, até mesmo os estudos. Muitos alunos não levam a sério essa recomendação, mas é preciso separar um tempo para as pausas e o lazer. Uma aula não tem duração de 50 minutos por acaso. Alguns médicos acreditam que o nosso cérebro consegue ter um desempenho melhor durante essa média de tempo. Depois disso, ele precisa de uma pausa rápida para voltar a funcionar com força total.

6. Estudar muito as matérias que você tem facilidade e deixar de lado as outras

Não é porque você manda bem em História que vai largar Biologia, ok? Para conseguir uma nota legal nos vestibulares é preciso ter conhecimento básico de toda a grade curricular do ensino médio. Foque em História, mas lembre-se de dar uma passada (com frequência) nas outras disciplinas.

7. Ter um caderno para todas as disciplinas

Muitos alunos se perdem no meio das folhas de fichário e preferem fazer tudo no mesmo caderno. Cuidado para não deixar tudo desorganizado, ok? No momento do estudo, pode até ser mais fácil escrever tudo junto, mas como será na hora da revisão? E no momento em que você precisar consultar a matéria e sentir falta da continuidade dos temas? Pense nisso e organize seu material.

8. Fazer anotações em qualquer lugar e depois não encontrá-las

Quem nunca teve a sensação de ter estudado algo e não encontrar as anotações? É muito frustrante. Por isso, no momento em que você estiver estudando, tenha sempre em mãos o seu caderno ou bloco de folhas. Isso evita que as informações fiquem jogadas e sem uma conexão entre si.

9. Ignorar o edital e não pesquisar características específicas

O edital de um vestibular é o documento que terá todas as informações sobre a prova. Ele contém datas, os conteúdos que cairão no exame, o peso de cada disciplina para formular a sua nota, o que você deve levar no dia da prova, etc. É muito importante dar uma olhada para não correr riscos de ser eliminado ou ter sua nota zerada. Além do mais, cada vestibular tem um formato e abordagem diferente. Descobrir como é a dinâmica da sua prova vai te ajudar a selecionar os conteúdos e deixar o seu estudo mais produtivo.

10. Ter uma mesa bagunçada ou estudar de qualquer jeito

Quando a nossa mesa está totalmente zoneada, o nosso cérebro fica confuso e não entende que aquele é um momento de estudo. Os especialistas recomendam que você tenha uma mesa organizada, com apenas o material essencial e com muita luz. Estudar deitado na cama também é outro problema porque sua cabeça nunca estará concentrada totalmente nem vai reter todas aquelas informações. Além disso, você corre o risco de bater aquele soninho. Para evitar esse tipo de coisa, estude sempre sentado com uma mesa organizada, espaçosa e com muita luz.

Sobre o Stoodi
Lançado em 2013, o Stoodi é uma startup de educação à distância que oferece videoaulas, plano de estudos e monitorias transmitidas ao vivo. A plataforma nasceu com o objetivo de democratizar o acesso à educação no país, oferecendo uma plataforma intuitiva e acessível para facilitar a vida dos estudantes em fase pré-vestibular e de alunos do ensino médio que precisam de reforço escolar. A plataforma já conta com 600 mil alunos cadastrados e 40 milhões de aulas assistidas, que correspondem a 5 milhões de horas de conteúdo.